Depois de duas décadas de carreira, Priscilla abre um novo capítulo de sua trajetória com “ECO”, álbum lançado em agosto de 2026 e que marca sua estreia em uma fase totalmente independente. Com dez faixas inéditas, o projeto coloca a voz da cantora no centro da produção e aposta em uma sonoridade influenciada pelo R&B e pelo pop dos anos 2000.

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Mais do que apresentar novas músicas, “ECO” revela uma Priscilla mais madura e disposta a conduzir a própria carreira de acordo com suas escolhas artísticas. O trabalho foi produzido em parceria com André Laudz, responsável pela produção musical, e nasceu de um processo criativo mais próximo e orgânico.

A tracklist reúne “Esse É o Meu Eco”, “Nosso Lugar”, “Não Testa”, “Sua Demais”, “Obsessão”, “Melhor Sozinho”, “Destino”, “Meu Santo Me Guarde”, “Doce com Amargo” e “Respirar”.

Entre as faixas, “Nosso Lugar” ganhou destaque como música foco do projeto e também recebeu produção audiovisual. O álbum ainda conta com uma estratégia visual que amplia a experiência das canções, com conteúdos audiovisuais associados às faixas.

Um álbum para ouvir com atenção

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“ECO” chama atenção justamente por não depender de grandes participações para construir sua identidade. A ausência de feats reforça a proposta de colocar a interpretação de Priscilla em primeiro plano, explorando diferentes nuances de sua voz ao longo do repertório.

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A influência do R&B e do pop dos anos 2000 aparece como uma das principais características do disco, enquanto as letras transitam por temas pessoais, românticos e relacionais. O resultado é um trabalho que procura equilibrar referências conhecidas com uma identidade própria para a nova fase da artista.

Nossa indicação

Para quem gosta de pop, R&B e produções com uma pegada mais emocional, “ECO” merece entrar na playlist.

A dica é ouvir o álbum completo, sem pular faixas, justamente para perceber a proposta de construção do projeto e acompanhar a evolução da narrativa musical.

“ECO” já está disponível nas plataformas digitais.

Mais do que um novo disco, o projeto representa uma artista assumindo o controle da própria história e transformando experiência, referências e liberdade criativa em música.