Sergipe continua a ser um dos estados brasileiros em alerta para a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), conforme o novo boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), divulgado nesta quinta-feira, 22. O relatório, que abrange a Semana Epidemiológica 41, indica que o aumento dos casos, especialmente entre crianças pequenas, está relacionado ao metapneumovírus.

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Situação em Sergipe e outras regiões

No boletim anterior, que abordava dados de 4 a 10 de outubro, Sergipe já estava em alerta. A nova atualização mantém o estado nessa situação alarmante, ao lado de Goiás e Mato Grosso, que também apresentam incidência de SRAG em nível de alerta ou risco, com uma tendência de crescimento a longo prazo. Em Goiás, o aumento é atribuído principalmente ao rinovírus, enquanto em Mato Grosso a alta está ligada à Covid-19.

Alerta em Aracaju

A capital sergipana, Aracaju, se destaca entre as cinco capitais brasileiras que apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. As outras cidades incluem Cuiabá, João Pessoa, Palmas e Rio de Janeiro. Em Aracaju e Cuiabá, o crescimento dos casos é notável, especialmente entre as crianças pequenas.

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Cenário nacional e recomendações

Em um contexto mais amplo, o Brasil apresenta uma tendência de queda nos casos de SRAG a longo prazo, apesar de uma estabilidade ou flutuação no curto prazo. Nos últimos quatro semanas, o rinovírus foi responsável por 53,7% dos casos positivos de vírus respiratórios. Outros vírus, como o vírus sincicial respiratório, SARS-CoV-2, influenza B e influenza A, também foram identificados, mas em porcentagens menores.

A Fiocruz enfatiza a importância da vacinação contra a Covid-19, recomendando que os grupos de risco mantenham suas vacinas atualizadas. Isso inclui doses de reforço a cada seis meses para idosos e pessoas imunocomprometidas, enquanto outros grupos prioritários devem receber reforços anuais.

Com informações de Infonet